Más condições ambientais matam 15 mil pessoas por ano...........em Portugal

Em primeiro lugar, e antes que alguém evoque o extremismo e catastrofismo dos "verdes" para desvalorizar a informação, quem o diz não é nenhuma organização ambientalista. A fonte desta informação é o relatório "Environmental burden of disease" da Organização Mundial de Saúde.
Este relatório está disponível no sitio oficial da OMS, foi produzido por especialistas da organização a partir da análise de dados referentes ao ano de 2004. Nele pode ler-se que só a má qualidade do ar mata 1.900 pessoas em Portugal todos os anos e que, apesar de nenhum país ser totalmente imune ao impacto ambiental da saúde, simples mudanças comportamentais poderiam reduzir muito o número de vítimas.
Ora, desde que estou envolvido nas questões ambientais, qualquer discussão sobre os impactos ambientais deste ou aquele projecto rapidamente degenera para a acusação de extremismo dos ambientalistas e da necessidade de "temperar" a protecção ambiental com os supremos interesses do desenvolvimento nacional. Eu deixo uma questão, se 15 mil mortos por ano não são suficientes para colocar a degradação das condições ambientais entre as prioridades nacionais, digam um número que possa ser considerado razoável. 20? 25? Sei lá 30 mil?
Mais informações clique aqui.
Este relatório está disponível no sitio oficial da OMS, foi produzido por especialistas da organização a partir da análise de dados referentes ao ano de 2004. Nele pode ler-se que só a má qualidade do ar mata 1.900 pessoas em Portugal todos os anos e que, apesar de nenhum país ser totalmente imune ao impacto ambiental da saúde, simples mudanças comportamentais poderiam reduzir muito o número de vítimas.
Ora, desde que estou envolvido nas questões ambientais, qualquer discussão sobre os impactos ambientais deste ou aquele projecto rapidamente degenera para a acusação de extremismo dos ambientalistas e da necessidade de "temperar" a protecção ambiental com os supremos interesses do desenvolvimento nacional. Eu deixo uma questão, se 15 mil mortos por ano não são suficientes para colocar a degradação das condições ambientais entre as prioridades nacionais, digam um número que possa ser considerado razoável. 20? 25? Sei lá 30 mil?
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Etiquetas: ambiente, Impacto Ambiental

Eu fico sempre triste e revoltada qd o tema do ambiente é abordado e se referem q a economia por ex é mais importante(cmo o Presidente Bush faz mts vezes)
As pessoas ainda n s mentalizaram q a mudança de comportamentos é necessária p a nossa saude e daki a uns tempos p especie n desaparecer.Eu ca prefiro ter qualidade d vida e ser saudavel q ter mt dinheiro.
Isto é conversa na minha opiniao de pessoas, utilizando a expressão em ingles,"narrow-minded".
So qd começar a doer mm e tivermos tds d carregar botijas de oxigenio p podrmos respirar é q tlv ja seja rentavel a mudança de comportamentos.
Pequenos gestos no dia-a-dia n custam e podem poupar mt o meio ambiente.
"Se tds varressemos o nosso quintal,o mundo inteiro estaria limpo"
Ana Portugal
Posted by
Ana |
12:50
Concordo com a tua opinião, no entanto penso que se a maioria varrer o seu quintal, pode ser que o vizinho tenha vergonha na cara e também varra o dele. Por isso toca a pegar nas vassouras.
Posted by
Zé Luís |
18:23
Tenho sempre um pé atrás quando são lançados números para o ar...
Ora 1900 por má qualidade do ar (inclui fumadores?)
Mais 1,4 x 1900 devido ao ruído(li em qualquer lado que o ruído mata mais 40%do que a poluição atmosférica?!?)
Ora, ainda faltam 10440 pessoas a morre de... poluição das águas? cancros derivados a campos electromagnéticos? Poluição visual?
Assumindo que somos 10 milhões e vivemos em média 80 anos, todos os anos devem morrer 125 000 pessoas, ou seja os que morrem devido à poluição são cerca de 10% do total, pelo que posso concluir que teremos um potencial para uma esperança média de vida de 88 anos?
(assume-se aqui que não há (de)crescimento demográfico)
PS - Não li o relatório.
A questão expressa no comentário do Zé Luis é muito interessante.
Se quem prevaricar/poluir for prejudicado (por multa, censura social, etc) terá tendência a evitar este tipo de comportamento. Isto é verdade se a maioria for "bem comportada".
Mas se a maioria for mal comportada, ou seja poluir porque tem vantagens económicas, p.e., quem tentar ser bem comportado só tem a perder, economicamente,... é um "tanso".
Como saltar do último patamar para o referido inicialmente é complicado. Creio que só por legislação e fiscalização/penalização séria de comportamentos incorrectos, o vulgo princípio do poluidor/pagador (não o pagar para poluir mas pagar para reparar os danos que efectuou).
Infelizmente em Portugal ainda não existe a cultura de "processar judicialmente". Porque é que nunca se vê a autarquia de Vila Franca de Xira processar a de Santarém pela poluição do Tejo?
Possivelmente porque toda a gente tem telhados de vidro. Não sei.
Osvaldo Lucas
Posted by
Anónimo |
22:10